A carga tributária brasileira foi de 34,28% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009, o que representa uma queda de 0,57 ponto percentual em relação à de 2008, quando atingiu 34,85% do PIB.
A estimativa é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão ligado à Presidência da República. A carga tributária de 2009 também é inferior à registrada em 2007, quando ficou em 34,46% do PIB. A queda na carga tributária em 2009 se concentrou no governo federal, cuja carga tributária respondia por 22,96% do PIB, ante 23,5% do PIB em 2008. Os Estados e municípios, por sua vez, ficaram praticamente estáveis, com o indicador passando de 11,35% do PIB em 2008 para 11,32% do PIB em 2009. "Na esfera federal, a queda da arrecadação tributária foi puxada principalmente pelos impostos sobre a produção e a renda, que recuaram cerca de 1,25 ponto percentual do PIB, o que se explica parcialmente pelo montante das desonerações tributárias em nível federal, que atingiram cerca de 0,7% do PIB", diz a nota técnica dos pesquisadores do Ipea Sérgio Gobetti e Rodrigo Orair, que também destacou a impacto da queda na atividade econômica e da redução da lucratividade das empresas na diminuição da carga tributária do governo federal.
Formalização A queda nesse grupo só não foi maior por causa da alta na arrecadação dos tributos incidentes sobre a folha de pagamentos das empresas, como a contribuição previdenciária e o recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A arrecadação desse segmento teve expansão de mais de 12% em valores nominais e 0,65 ponto percentual do PIB. "Este fato pode ser explicado tanto pela continuidade do processo de formalização da economia quanto pela criação de 995 mil empregos formais no ano passado, repercutindo na ampliação da massa salarial tributável", avaliam os técnicos. "Cabe observar ainda que a resposta contracíclica dada pela autoridade tributária federal contribuiu para que alguns impostos estaduais, sobretudo o ICMS e o IPVA, não sofressem tanto os impactos da crise", acrescentam.
2010 A análise do Ipea é de que, diante do cenário econômico e das desonerações adotadas no ano passado, o recuo da carga tributária foi "modesto". Para 2010, o cenário traçado pelos pesquisadores é de que a carga tributária voltará a se expandir. "A perspectiva em 2010 é de que a mesma volte a crescer, ainda que para patamares inferiores a 2008, pico da série histórica, já que parte das desonerações tributárias foi temporária [como no caso do IPI]", diz o texto. Segundo a nota, no período de 2002 a 2009, a carga tributária cresceu 1,81 ponto percentual do PIB. O documento também destaca que tem havido uma mudança no perfil tributário do país. "A composição da carga tributária tem sofrido mudanças, com tendência de crescimento do peso dos tributos incidentes sobre a renda e folha de pagamento (47,4% do total juntos) e queda sobre aqueles que oneram a produção e o consumo (46,7% do total). O peso dos tributos sobre propriedade e capital também está crescendo, mas ainda é relativamente baixo (3,78% do total)", conclui o Ipea.
O cálculo do Ipea segue a metodologia do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para as contas nacionais, que não considera o recolhimento de multa e juros em caso de atraso no pagamento de impostos e também não leva em conta as receitas de royalties. O cálculo do Ipea já considera os dados do PIB divulgados nesta quinta-feira (11) pelo IBGE
sexta-feira, 12 de março de 2010
domingo, 4 de outubro de 2009
Tricolor vive melhor momento dos últimos seis meses
Se é que a fase do Fluminense permite escolher momento para embalar, o time escolheu a hora certa para iniciar sua reação na luta contra o rebaixamento. Com as vitórias sobre o Avaí, pelo Brasileirão, e Alianza Atlético, pela Sul-Americana, o Tricolor quebrou um jejum de seis meses sem duas vitórias consecutivas e chega de astral renovado para encarar o maior rival. A confiança elevada, no entanto, não é confundida com falta de respeito. Ciente do melhor momento do rival, o discurso nas Laranjeiras prega atenção em todos os detalhes. O atacante Alan ressalta o caráter decisivo da partida e liga o sinal de alerta nos companheiros. - Clássico se decide em pequenos detalhes. Quem errar menos, vai vencer. Vai ser importante para o Fluminense. Estamos vindo de duas vitórias consecutivas e podemos embalar. Já Cuca aposta no apoio do torcedor para surpreender. Animado com a resposta positiva das arquibancadas das últimas duas partidas, o treinador confia na participação efetiva da massa tricolor para incentivar a equipe. - Serve de apoio, incentivo e é uma evolução em um momento crucial. Faltando doze jogos, estamos de bem como o torcedor. Não podemos perder esse elo. É o maior ganho que podemos ter. Em campo, a escalação do Fluminense ainda é um mistério. Sem Kieza, lesionado, Fábio Neves deve retornar ao ataque. A dúvida está no esquema tático. Caso opte pela entrada de Cássio no lugar de Marquinho, Cuca mandará para campo um time no 3-5-2, com os alas Ruy e Dieguinho livres para atacar.
Se é que a fase do Fluminense permite escolher momento para embalar, o time escolheu a hora certa para iniciar sua reação na luta contra o rebaixamento. Com as vitórias sobre o Avaí, pelo Brasileirão, e Alianza Atlético, pela Sul-Americana, o Tricolor quebrou um jejum de seis meses sem duas vitórias consecutivas e chega de astral renovado para encarar o maior rival. A confiança elevada, no entanto, não é confundida com falta de respeito. Ciente do melhor momento do rival, o discurso nas Laranjeiras prega atenção em todos os detalhes. O atacante Alan ressalta o caráter decisivo da partida e liga o sinal de alerta nos companheiros. - Clássico se decide em pequenos detalhes. Quem errar menos, vai vencer. Vai ser importante para o Fluminense. Estamos vindo de duas vitórias consecutivas e podemos embalar. Já Cuca aposta no apoio do torcedor para surpreender. Animado com a resposta positiva das arquibancadas das últimas duas partidas, o treinador confia na participação efetiva da massa tricolor para incentivar a equipe. - Serve de apoio, incentivo e é uma evolução em um momento crucial. Faltando doze jogos, estamos de bem como o torcedor. Não podemos perder esse elo. É o maior ganho que podemos ter. Em campo, a escalação do Fluminense ainda é um mistério. Sem Kieza, lesionado, Fábio Neves deve retornar ao ataque. A dúvida está no esquema tático. Caso opte pela entrada de Cássio no lugar de Marquinho, Cuca mandará para campo um time no 3-5-2, com os alas Ruy e Dieguinho livres para atacar.

Cariocas comemoram Rio 2016 em novo show em Copacabana
Evandro Mesquita e a banda Blitz abrem a festa da vitória.Espetáculo encerra comemoração pela escolha do Rio para sediar Jogos.
O show da vitória, para comemorar a escolha do Rio como sede dos Jogos Olímpicos de 2016, começou pontualmente às 16h deste domingo (4), no palco montado na praia em frente ao hotel Copacabana Palace, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Quem abre a festa é o cantor e ator Evandro Mesquita e a banda Blitz.
Segundo a Polícia Militar, cerca de 20 mil pessoas acompanham o show da vitória, que conta com sucessos da década de 80, com músicas de Cazuza, Titãs e Paralamas do Sucesso.
As demais atrações serão o sambista Arlindo Cruz e a bateria do Salgueiro. Mais uma vez, o ator Eri Johnson comanda a festa no palco. Segundo os organizadores, a previsão é que as apresentações terminem por volta das 21h.
Segundo a Polícia Militar, cerca de 20 mil pessoas acompanham o show da vitória, que conta com sucessos da década de 80, com músicas de Cazuza, Titãs e Paralamas do Sucesso.
As demais atrações serão o sambista Arlindo Cruz e a bateria do Salgueiro. Mais uma vez, o ator Eri Johnson comanda a festa no palco. Segundo os organizadores, a previsão é que as apresentações terminem por volta das 21h.
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